Muito obrigada a todos, e esperamos poder continuar a trabalhar para enobrecer cada vez mais esta raça e os produtos dela provenientes, como é o caso do presunto de porco bísaro.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Presunto de porco bísaro da Bísaro Salsicharia Tradicional no TOP15 dos Presuntos Mundiais
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Sabores do Ar e do Fogo em Ourique
A escritora Fátima Moura lançou ontém, em Ourique o livro Sabores do Ar e do Fogo. A esse propósito, escreveu no seu blog um artigo onde refere:
"Presentes estavam os presuntos da Barrancarnes, da Montaraz Garvão e da Bísaro. Em cima, ainda na lindíssima embalagem, está a magnífica edição limitada de um presunto da Barrancarnes com 60 meses de cura (sim, 5 anos), mas 7 anos de preparação, desde o nascimento dos porcos de raça alentejana: perfeito equilíbrio entre os sabores doces e salgados, uma gordura aveludada que derrete muito bem na boca, sem se impôr. Muito bom, também o da marca Bísaro, já fatiado à mão, que longo caminho se percorreu quando pensamos na textura dos antigos presuntos de Trás-os-Montes, em geral muito salgados e fibrosos, adequados para comer em nacos. "
Podem ler o artigo na integra em: http://conversasamesa.blogs.sapo.pt/44160.html
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segunda-feira, 27 de maio de 2013
VII Congresso Mundial do Presunto em Ourique
É já amanhã que, em Ourique, abre portas o VII Congresso Mundial do Presunto.
A decorrer entre 28 e 31 de Maio, o Congresso leva ao Alentejo várias centenas de especialistas de todo o mundo para debater temas relacionados com produção da matéria-prima: genética, alimentação/maneio e a produção de presunto baseada no meio ambiente.
No que diz respeito aos processos de transformação, os assuntos em debate relacionam-se com a tecnologia do presunto, a salga, a secagem/maturação e tecnologias pós-processo de cura do presunto. Em cima da mesa vão ainda estar a caracterização e certificação do presunto, apresentação e discussão dos artigos científicos selecionados, a promoção e comercialização do presunto.
A Bísaro | Salsicharia Tradicional, vai participar neste VII Congresso Mundial do Presunto em Ourique.
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
A Bísaro na Expo Trás-os-Montes
A EXPO Trás-os-Montes pretende afirmar-se como um motor de dinamização da região em todas as suas vertentes. A simples preparação e divulgação do evento, que decorre de 23 a 26 de maio, no NERBA, em Bragança, já está a servir para promover o nome de Trás-os-Montes, para contribuir para a afirmação do tecido económico regional, para alertar os agentes económicos para a necessidade de trabalhar em conjunto, de ganhar escala, de apostar na inovação e na internacionalização dos seus negócios. Está a servir também para que o público e os mercados se apercebam de que em Trás-os-Montes há potencial de desenvolvimento, há qualidade, há capacidade de crescimento e há vontade de lutar para inverter a imagem, que por vezes ainda subsiste, de associar o mundo rural a um certo atraso, a falta de conhecimento e de capacidade de concretização.
A EXPO Trás-os-Montes quer mostrar a capacidade empreendedora da região, a capacidade inovadora dos empresários e dos centros de investigação aqui instalados, quer mostrar o que de bem se faz para conquistar novos mercados, principalmente, o mercado externo.
A Bísaro | Salsicharia Tradicional, participa mais uma vez, neste certame, que se realiza pelo segundo ano.
Façam-nos uma visita.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Sent & Received: Flavors of Air and Fire
Speaking of traditional Portuguese sausage is the same as evoking the "master pig piggy bank for the poor and his professor of anatomy ', which is king of this area of knowledge - Bisaro Center and North of Alentejo breed in South. From painstaking creation of the pig result in overwhelming the wonderful tradition of the centuries was investigating in our villages, tempered by the hardships of life (the need to surrender and take advantage of everything), developed with imagination and skill and finally passed from generation to generation, grandmothers and mothers to daughters and granddaughters.
Make a survey - even if necessarily limited - the products of excellence Portuguese traditional sausage (smoked or air-dried) is a work immeasurably.
Speaking of traditional Portuguese sausage is the same as evoking the "master pig piggy bank for the poor and his professor of anatomy ', which is king of this area of knowledge - Bisaro Center and North of Alentejo breed in South. From painstaking creation of the pig result in overwhelming the wonderful tradition of the centuries was investigating in our villages, tempered by the hardships of life (the need to surrender and take advantage of everything), developed with imagination and skill and finally passed from generation to generation, grandmothers and mothers to daughters and granddaughters.
Make a survey - even if necessarily limited - the products of excellence Portuguese traditional sausage (smoked or air-dried) is a work immeasurably.
Sent & Received: Flavors of Air and Fire: Set of stamps Souvenir sheet First Day Cover with stamps First Day Cover with souvenir sheet Stamps brochure Spea...
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Empresas portuguesas apostam em internacionalização na Feira de Paris
Empresas portuguesas apostam em internacionalização na Feira de Paris
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
0:03 Sábado, 11 de Maio de 2013 |
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Paris, 10 mai (Lusa) - Oito empresas portuguesas estão presentes na "Foire de Paris", feira internacional de Paris aberta ao grande público, numa aposta de internacionalização que reconhece a importância de "contactar diretamente com quem consome os produtos".
Alberto Fernandes, sócio-gerente da empresa "Bísaro, Salsicharia Tradicional de Bragança", disse à Lusa que encara a feira, onde é estreante, como "uma boa aposta para contactar diretamente com quem consome o produto", mas alerta para a dificuldade de um mercado "complicado" no qual existe "muita concorrência", disse o empresário à Lusa.
O responsável da Bísaro adiantou que a internacionalização da empresa é um "trabalho de continuidade" que exige "outras alternativas e diferenciação de produtos".
http://visao.sapo.pt/empresas-portuguesas-apostam-em-internacionalizacao-na-feira-de-paris=f729035
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Bragança - Tradição, contos e sabores num museu dedicado ao Porco Bísaro
Notícia publicada no Café Portugal em 13-05-2013
O porco bísaro, proveniente de terras transmontanas, é sustento da casa Fernandes há três gerações. Da criação do porco à transformação, a iniciativa chega agora ao turismo. No Museu do Bísaro, um espaço virtual, é possível explorar a ligação deste animal ao Homem e ao território. Fá-lo em diversas dimensões, das tradições, aos contos e usos culinários.
Sara Pelicano; fotos - Museu do Bísaro | segunda-feira, 13 de Maio de 2013
Na paisagem serrana das terras transmontanas alimenta-se o porco bísaro, animal de bom porte, dorso malhado de branco e preto. Uma espécie que terá chegado a estas terras nortenhas, em tempos recuados, pela mão do povo Celta, no século VI a.C..
Uma ligação ao território e às gentes que sucessivamente nele habitaram que explica o protagonismo desde porco no campo alimentar (onde para além dos enchidos, presta-se a excelentes sopas, arrozes, bolas e folares), mas também no imaginário local, nas lendas, provérbios, na medicina popular e inclusivamente nos jogos.
Esta relação de proximidade, entre homem, animal e território, está patente desde há um ano no Museu do Bísaro. Trata-se de uma mostra virtual que proporciona uma viagem pelo mundo do porco, navegando por conteúdos diversos e imagens. Entretanto, a iniciativa privada ganhou corpo e materializou-se num espaço físico em Gimonde, Bragança.
Iniciativas que contam com o empenho da família Fernandes há muito ligada à criação do bísaro. «Os meus pais tinham uma mercearia onde comercializavam produtos regionais e também tinham a exploração agro-pecuária. Com o tempo dedicaram-se à confecção de enchidos», explica Alberto Fernandes, um dos responsáveis pelo Museu do Bísaro.
Um saber que foi sendo transmitido dentro da família. Hoje, a terceira geração alia à criação do animal e aos produtos obtidos a partir deste, uma outra componente, a turística. A família Fernandes faz a
divulgação do bísaro numa quinta, onde é possível observar os animais no seu habitat. Uma mostra que se completa com artefactos associados à criação deste animal, assim como uma componente ligada à degustação e venda de produtos provenientes do bísaro. «No futuro, pensamos ter uma sala multimédia», acrescenta Fernando.
Para já, no Museu do Bísaro, o visitante pode conhecer muitas tradições associadas ao animal. Uma delas é a matança. Sobre este momento de festa nas zonas rurais do país, escreveu Rebelo Bettencourt, no «Em Louvor do Vinho de Cheiro»: «…Fui à matança dum porco…/ Foi uma festa de estalo!/ Se os torresmos eram bons/ O Vinhão era um regalo/ Que direis do sarrabulho/ Temperado com pimenta?/- Não tenho medo ao diabo/ O petisco é que me tenta!...».
Para além da matança, o Museu do Bísaro destaca aspectos etnográficos associados ao porco, presente em jogos, lendas, provérbios e crenças. O povo inspirou-se muitas vezes neste animal para construir provérbios e ditos: «Boa carne é a da perdiz. Mas se o porco avoasse. Não havia carne que lhe chegasse».
No Entrudo, o porco tem também grande destaque. O Museu do Bísaro explica que «segundo Ernesto Veiga de Oliveira, em Festividades Cíclicas em Portugal, o prato de ocasião [do Entrudo] é a orelheira de porco, come-se também, na mesma altura, focinho, rabo e pé de porco, presunto toucinho e salpicão, e ainda, se o há sarrabulho».
Um porco que também «visita» muitas brincadeiras. Exemplo desta dimensão lúdica é o «jogo da porca»: «Abre-se no chão uma cova na qual um rapaz chamado porqueiro, deita uma bola de madeira que representa a porca. Em volta, à distância de três ou quatro metros, cada um dos jogadores faz uma cova mais pequena a que dão o nome de “chôna” para a distinguir da outra denominada “curro”. O porqueiro atira a porca ao ar, gritando: “lá vai, lá vai baleira, quem a quer, quem a cheira!”. Os outros munidos de varapaus procuram a todo o transe levar a porca para longe enquanto o porqueiro se esforça por metê-la no curro, tendo o cuidado de ver se pode apanhar alguma chôna vaga, o que, se fizer, deixa o dono porqueiro. Se qualquer porqueiro abandonar o jogo, devido ao cansaço, é castigado com o bata-cú. Colocam os paus em cruz sobre o curro e, fazendo-o assentar, procuram enterrá-lo nele».
Esta relação de proximidade, entre homem, animal e território, está patente desde há um ano no Museu do Bísaro. Trata-se de uma mostra virtual que proporciona uma viagem pelo mundo do porco, navegando por conteúdos diversos e imagens. Entretanto, a iniciativa privada ganhou corpo e materializou-se num espaço físico em Gimonde, Bragança.
Iniciativas que contam com o empenho da família Fernandes há muito ligada à criação do bísaro. «Os meus pais tinham uma mercearia onde comercializavam produtos regionais e também tinham a exploração agro-pecuária. Com o tempo dedicaram-se à confecção de enchidos», explica Alberto Fernandes, um dos responsáveis pelo Museu do Bísaro.
Um saber que foi sendo transmitido dentro da família. Hoje, a terceira geração alia à criação do animal e aos produtos obtidos a partir deste, uma outra componente, a turística. A família Fernandes faz a
Para já, no Museu do Bísaro, o visitante pode conhecer muitas tradições associadas ao animal. Uma delas é a matança. Sobre este momento de festa nas zonas rurais do país, escreveu Rebelo Bettencourt, no «Em Louvor do Vinho de Cheiro»: «…Fui à matança dum porco…/ Foi uma festa de estalo!/ Se os torresmos eram bons/ O Vinhão era um regalo/ Que direis do sarrabulho/ Temperado com pimenta?/- Não tenho medo ao diabo/ O petisco é que me tenta!...».
Para além da matança, o Museu do Bísaro destaca aspectos etnográficos associados ao porco, presente em jogos, lendas, provérbios e crenças. O povo inspirou-se muitas vezes neste animal para construir provérbios e ditos: «Boa carne é a da perdiz. Mas se o porco avoasse. Não havia carne que lhe chegasse».
Um porco que também «visita» muitas brincadeiras. Exemplo desta dimensão lúdica é o «jogo da porca»: «Abre-se no chão uma cova na qual um rapaz chamado porqueiro, deita uma bola de madeira que representa a porca. Em volta, à distância de três ou quatro metros, cada um dos jogadores faz uma cova mais pequena a que dão o nome de “chôna” para a distinguir da outra denominada “curro”. O porqueiro atira a porca ao ar, gritando: “lá vai, lá vai baleira, quem a quer, quem a cheira!”. Os outros munidos de varapaus procuram a todo o transe levar a porca para longe enquanto o porqueiro se esforça por metê-la no curro, tendo o cuidado de ver se pode apanhar alguma chôna vaga, o que, se fizer, deixa o dono porqueiro. Se qualquer porqueiro abandonar o jogo, devido ao cansaço, é castigado com o bata-cú. Colocam os paus em cruz sobre o curro e, fazendo-o assentar, procuram enterrá-lo nele».
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