sábado, 29 de junho de 2013

Festa do campo junta milhares em Lisboa

O Terreiro do Paço recebe a 5.ª edição do Mega Piquenique Continente. "Venha aprender tudo o que o campo tem para ensinar sem sair da cidade" é o desafio organizado por esta cadeia de hipermercados e lançado às famílias, que podem contar, mais uma vez, com Tony Carreira como anfitrião musical.
Tal como nos anos anteriores, são esperados ao longo deste dia meio milhão de visitantes.
mega pic nic bísaro

mega pic nic bísaro

mega pic nic bísaro

mega pic nic bísaro

mega pic nic bísaro

A Bísaro S.T. está presente neste mega evento, com um stand de petiscos e venda de produtos, e ainda com 10 porcos de raça bísara, provenientes da exploração Quinta do Bísaro.
Leia algumas notícias sobre o megapicnic:
Correio da Manhã: 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Livro raças autóctenes portuguesas

A DGAV lançou, no âmbito da 30.ª OVIBEJA O livro "Raças Autóctones Portuguesas" foi lançado no passado dia 27 de Abril, pelas 15 horas, no Auditório do Nerbe, no âmbito da realização da 30.ª OVIBEJA.
livro raças autóctenes portuguesas

Este livro constitui uma referência atual das 57 Raças Autóctones que, sendo oficialmente reconhecidas em Portugal, são objeto de registo em Livro Genealógico, de acordo com critérios específicos. Assim, analisa as diferentes raças de acordo com os aspetos relativos à origem, à área geográfica, ao padrão da raça, à evolução do efetivo, aos sistemas de produção, às características produtivas e reprodutivas e ao desenvolvimento, melhoramento e perspetivas futuras, de forma estruturada por espécie. 

Foram, ainda, reunidos os contributos de algumas personalidades que, no âmbito das respetivas atividades, se destacam em áreas tão diversas como o turismo, a gastronomia, o estilismo, a saúde, a nutrição e a pintura, e que sublinham, a importância da valorização e manutenção das raças autóctones para o desenvolvimento e reconhecimento dos seus talentos.

O Livro de Raças Autóctones Portuguesas constituirá, deste modo, um instrumento para todos os que se interessam não apenas pelas questões do património genético animal, mas também pela sua relação intrínseca com as raízes culturais da sociedade e da economia portuguesa.

Pode consultar mais informação sobre este livro aqui

Notícias sobre o lançamento do Livro Sabores do Ar e do Fogo

Na sequência do primeiro lançamento do Livro Sabores do Ar e do Fogo, e dos anteriores posts que já colocámos no blog, hoje damos-vos conta do lançamento do livro em Lisboa, na sede dos CTT.

Foi com todo o gosto que nos juntámos a mais esta iniciativa de divulgação de um excelente trabalho realizado por Fátima Moura e Mário Cerdeira.

lançamento sabores do ar e do fogoAssim damos-vos a conhecer o artigo sobre o lançamento em Lisboa, elaborado pela autora do livro Fátima Moura.


" O título deste livro é Sabores do Ar e do Fogo, mas não ficaria mal caso se chamasse Era uma vez os três porquinhos e o lobo mau. Efectivamente, os nossos três porquinhos autóctones, Prático (porco de raça alentejana), Heitor (o porco bísaro) e Cícero (o malhado de Alcobaça) estão na base de toda a nossa salsicharia. O terceiro está muito circunscrito, mas quer o porco de raça alentejana, do tronco ibérico, quer o bísaro, do tronco celta, são porcos muito adaptados às respectivas regiões e constituem matéria-prima de grande valia, responsável pela indiscutível qualidade dos enchidos, ensacados e presuntos que encontrei em todo o país ao longo deste trabalho.
A juntar-se à qualidade da matéria-prima suína, este livro fala também do saber-fazer das nossas gentes cuja paixão pela arte salsicheira permanece bem viva em todo o país, como tive oportunidade de constatar ao longo de dois anos em que não saí de fumeiros, sequeiros e câmaras de cura e até meti a mão na massa.
Nele encontrarão ainda um capítulo dedicado ao porco e às comidas da matança como referentes culturais, e um guia dos enchidos de todo o país. Mas este livro é sobretudo uma carta de amor ao porco. Penso que isso será o que mais ressalta na sua leitura.

Temos tesouros salsicheiros em todas as regiões, alguns produzidos em mínimas quantidades. Alguns são completamente desconhecidos fora da sua pequena zona de fabrico, como por exemplo a farinheira de sangue da serra de Monchique, no Algarve, o butelo transmontano ou a farinheira de batata alentejana.

Porém, se estamos então bem fornecidos em matéria porcina, como estamos de lobo mau?

O verdadeiro Lobo Mau da nossa salsicharia, o sopro que poderia provocar a sua destruição progressiva, seria a sua incapacidade de adaptação aos tempos modernos, em matéria de sabor e de saúde. A sua incapacidade de passar da necessidade de conservação ao culto do sabor. 
A nossa salsicharia adaptou-se no fim do século XVIII, princípios de XIX, à incorporação do pimento, sobretudo pelas suas qualidades anti-sépticas, que veio mudar completamente todos os nossos enchidos.
E até se adaptou à travessia do Atlântico para o Brasil: foi com alguma emoção que travei conhecimento o mês passado no estado brasileiro do Rio Grande do Norte com a chamada chouriça, que podem ver nesta fotografia. Trata-se de uma morcela, leva sangue de porco, castanha-de-caju em vez de amêndoa e leite de coco em vez de vinho ou água. E em vez da tripa, a característica latinha do Nordeste, região notória pelo aproveitamento de latinhas e garrafinhas.
Numa época em que em todo o mundo os enchidos e presuntos estão na moda, em que os próprios chefs os fazem nos seus restaurantes, dando-lhes o seu toque pessoal, como este pequeno fumeiro que encontrei sob a escada do restaurante The Clover Club, em Londres,será talvez oportuno pararmos para reflectir um pouco sobre o papel que a salsicharia portuguesa pode ter no mundo. O meu desejo é que este livro possa de alguma forma ser útil para esse debate.
Para comprovar que a nossa salsicharia pode estar presente no mais alto nível em mesas tradicionais e regionais ou em restaurantes com estrela Michelin pedi a colaboração de dois grandes chefs José Júlio Vintém e de Vítor Matos.
Vintém, actualmente residente no Recife onde tem um restaurante (Sardinha) preparou deliciosos pratos tradicionais, como este laburdo das matanças, alguns com apresentação moderna.Vítor Matos (casa da Calçada, Amarante) elevou os enchidos à categoria de produtos de eleição em pratos de recorte moderníssimo como esta sua magnífica recriação do sarrabulho (peito de galinha enrolado em sarrabulho e trufa e cozido em caldo de carnes; espuma do caldo; esferificação inversa de sarrabulho, tiras de toucinho de bísaro)Num universo tão vasto como o da nossa salsicharia há que escolher os produtos mais adequados para fazer essa promoção, há que ser criterioso na escolha do que se deve promover interna ou externamente.

Temos produtos, como os que foram experimentados no lançamento deste livro que ultrapassaram inequívoca definitivamente a prova da passagem da necessidade da conservação ao culto do sabor. Trata-se por exemplo do presunto e enchidos de Barrancos (Barrancarnes, Casa do Porco Preto) e da Bísaro (Gimonde, Trás-os-Montes). Assim queiramos, que temos todas as condições.
O meu obrigada a todos que trabalharam para este livro, em especial ao meu amigo Mário Cerdeira."

Podem ler o artigo na íntegra aqui.



quinta-feira, 27 de junho de 2013

Da Nossa Cozinha: Risotto de alheira

O blogue Da Nossa Cozinha publicou esta semana uma receita que nos deixou cheios de vontade de experimentar: Risotto de Alheira, e que aqui transcrevemos:

risotto de alheira
risotto de alheira

Cá em casa é regra que todos comem o mesmo às refeições - a partir do momento que o Bebé Cozinheiro começou mesmo a comer a "nossa" comida -, não há pedidos especiais. Mas para todas as regras há excepções e de tempos a tempos, quando se justifica, sabe bem quebrá-las.

Ontem foi um desses dias. Passámos grande parte do dia fora, chegámos às 20h00 a casa, era sábado e apetecía-nos um prato diferente, apetecía-nos... Risotto de alheira.
ngredientes:

2 litros de água + água q.b. para cozer a alheira
1 caldo de Knorr de legumes
1 alheira
1 cebola pequena
1 dente de alho
Azeite q.b.
225 g de arroz para risotto
1 copo de vinho branco
Sal e pimenta a gosto
Tomilho q.b.

Preparação:

Começar por preparar o caldo: colocar num tacho ou numa panela em lume alto os 2 litros de água e quando estiver prestes a começar a ferver adicionar o Knorr e deixar cozinhar 5 minutos. Transferir para um bico pequeno com o lume no mínimo, para que o caldo continue quente.

Colocar num tacho em lume alto a alheira submersa em água até ferver, desligar e retirar para um prato. Eu tentei cozinhá-la mais um pouco mais e rebentou. Don't panic! Se acontecer, verter para um escorredor. Retirar a pele e reservar a carne.

Picar bem a cebola e o alho - no meu caso, a cebola não ficou picada como queria, que é das novas e pôs-me a chorar de tal maneira que não via nada - colocar a cebola numa ponta do tacho e os alhos na outra com azeite q.b. para refogarem separadamente em lume médio-alto. Este truque é para o sabor do alho não ficar anulado pelo da cebola. 

Quando a cebola estiver translúcida o alho já deve estar alourado e é quando se juntam os dois e o arroz a seguir. Misturar bem até o arroz estar translúcido.

Adicionar o copo de vinho e mexer com frequência até que seja absorvido. E é aqui que damos uso ao caldo. Para vos dar conta da quantidade de caldo que usei, transferi 5 conchas de sopa para a chávena que usei para o arroz (enchi-a). Coloquei esta primeira chávena de caldo (quente, lembram-se?) no arroz e mexi de vez em quando. Quando absorveu um pouco mais de metade, voltei a adicionar outra chávena cheia de caldo. E ainda levou mais caldo: metade de uma chávena! Pára-se de adicionar caldo quando o arroz já está praticamente cozido (como na foto que se segue). É preciso provar!

Adicionar a alheira, envolver bem e provar novamente, para retificar os temperos, adicionando sal e pimenta q.b. e um pouco de tomilho.
Envolver bem, desligar o lume e servir de imediato, com mais um pouco de tomilho.
E que bem que nos soube! São servidos?

Experimentem esta receita com Alheira de Vinhais IGP da Bísaro | Salsicharia Tradicional.

Da Nossa Cozinha : Risotto de alheira: Cá em casa é regra que todos comem o mesmo às refeições - a partir do momento que o Bebé Cozinheiro começou mesmo a comer a "nossa&qu...

terça-feira, 25 de junho de 2013

É fã de filatelia?

Na sequência da publicação do livro Sabores do Ar e do Fogo, da autoria de Fátima Moura, e fotografia de Mário Cerdeira, os CTT já colocaram à venda os selos de coleção sobre enchidos e presuntos de Portugal. 

selos quinta do bísaro

Se é fã de filatelia, já pode fazer adquirir estes selos através do seguinte link.

Nestes selos constam fotografias da Quinta do Bísaro e dos enchidos e presuntos da Bísaro | Salsicharia Tradicional.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Bísaro ST | PME Líder 2013

A Bísaro Salsicharia Tradicional, foi distinguida pelo IAPMEI, pelo 3.º ano consecutivo como PME Líder. 
bísaro pme líder 2013

Na carta, hoje recebida do IAPMEI, pode ler-se: 

"É com imenso prazer que felicitamos a vossa Empresa pela renovação em 2013 do Estatuto de PME Líder, atribuído no âmbito do Programa FINCRESCE do IAPMEI, e que distingue empresas nacionais com perfis de desempenho superiores. "

Pode consultar a listagem das PME líder aqui.

Agradecemos a todos os nossos clientes, amigos, colaboradores, parceiros e fornecedores que contribuem para o desenvolvimento e crescimento da nossa empresa. Esperamos poder continuar a trabalhar para merecer a vossa confiança.

Novo folder de produtos Gama Porco Bísaro

Já pode consultar o nosso novo folder de produtos da gama de porco bísaro, constituída por presunto, lombo, cachaço, paleta, salpicão tradicional e salsichão.

Brevemente poderá ver a nossa nova gama, com maior pormenor em www.bisaro.pt.

folder bísaro



Ficou interessado nesta gama? Contacte-nos: aqui.